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Progressive Enhancement
Por Felipe de Albuquerque na categoria SEO em 25 de setembro de 2009

A melhoria progressiva é uma estratégia de web design que enfatiza a acessibilidade, a marcação semântica e estilo externo e tecnologias de script.
Ela usa tecnologias da web em camadas que permite a todos o acesso a conteúdos e funcionalidades básicas de uma página web usando qualquer navegador ou ligação à Internet, fornecendo também aqueles com software de navegação mais largura de banda ou mais avançado de uma versão melhorada da página.
A estratégia é uma tentativa de subverter a estratégia de web design tradicional conhecida como degradação graciosa, onde designers iriam criar páginas Web para os navegadores mais recentes que também funcionam bem em versões antigas do navegador.
Degradação graciosa deveria permitir que a página de degradar ou manter-se apresentável, mesmo que certas tecnologias assumida pelo projeto não estava presente, sem ser brusco para o usuário do software, como mais velhos.
Na prática, a degradação graciosa foi suplantada por uma atitude que o usuário final deve apenas atualizar. Esta atitude é devido a limitações de tempo e orçamento, o acesso limitado a testes de software e browsers alternativos, bem como a crença generalizada de que os navegadores são gratuitos.
No Progressive Enhancement (PE), a estratégia é deliberadamente invertida: um documento de marcação de base é criada, voltada para o menor denominador comum de funcionalidades de software de navegação e, em seguida, o designer adiciona funcionalidades ou melhorias para a apresentação e comportamento da página, utilizando tecnologias modernas, como Cascading Style Sheets ou JavaScript (ou outras tecnologias avançadas, como Flash ou Java applets ou SVG, etc ) Todas essas melhorias são ligados externamente, de modo a evitar forçar navegadores de menor capacidade para comer dados que eles não entendem e não pode lidar com, ou que teria pântano sua ligação à Internet.
A abordagem do PE é derivada da experiência precoce Pulido (C 1993-4) com SGML, antes de trabalhar com HTML ou qualquer linguagem de apresentação na Web, bem como das experiências mais trabalhar com CSS para resolver bugs do navegador.
Nesses contextos cedo SGML, marcação semântica foi de fundamental importância, visto que a apresentação foi quase sempre considerada separadamente em vez de ser incorporado na marcação própria. Este conceito pode ser referido nos meios de marcação como a regra da separação de apresentação e conteúdo, a separação entre conteúdo e estilo, ou de separação da semântica e da apresentação.
À medida que a Web evoluiu em meados dos anos noventa, mas antes da CSS foi introduzida e amplamente apoiada, esta regra básica do SGML foi repetidamente violada por extensores HTML.
Profissionais como Eric Costello, Owen Briggs, Dave Shea, entre outros, mostraram como usar o CSS para fins de layout.
Libertando os designers a usar tecnologias poderosas como o CSS para gerir todas as tarefas de apresentação, JavaScript para melhorar comportamento e XHTML para estrutura.
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Cantos Arredondados
Por Felipe de Albuquerque na categoria CSS em 8 de setembro de 2009
Sempre foi muito trabalhoso fazer cantos arredondados e as soluções são diversas.
Entre minhas buscas encontrei soluções com javaScript, que não me agradaram muito, mas agora com o CSS3 finalmente encontrei algo que em breve será solução definitiva para este problema.
Não tem mistério é até muito simples.
Vejamos como isso funciona.
border-radius:10px;
-moz-border-radius: 10px;
-webkit-border-radius: 10px;
Leia mais detalhes deste assunto no site CSS3 Info.
