Arquivado em setembro de 2009
Contar caracteres com javaScript
Por Felipe de Albuquerque na categoria javaScript em 30 de setembro de 2009

Existe uma propriedade nativa do JavaScript chamada length que tem a função de contar.
A sintaxe é muito fácil “String.length” onde string é o objeto que queremos contar e o length é quem se encarregará pela contagem.
Obs: está propriedade também conta espaço em branco. Muito bom pra verificar se a senha foi digitada com espaço em branco.
Vamos ver um exemplo simples.
<script type="text/javascript" language="javascript">
var caracteres = "Felipe não sabe de tudo, mas aprende um pouco a cada dia";
var contar = caracteres.length;
alert(contar);
</script>
O resultado será um alert com o numero 56, contando com os espaços em branco, que ele interpreta como caracteres.
Agora eu quero que o nosso código varra a variável, e teste se existe a letra “e”, se achar vai informar que achou a letra “e”, senão ele vai dizer que não achou “e”, e vai mostrar o caractere que achou.
<script type="text/javascript" language="javascript">
var caracteres = "Felipe";
for(i=0; i< caracteres.length; i++){
if(caracteres[i] == "e" || caracteres[i] == "E" ){
alert("Achei o " + caracteres[i]);
} else {
alert("Não achei e, encontrei o " + caracteres[i]);
}
}
</script>
O resultado será uma serie de alerts até a condição ser satisfeita, e todos os caracteres serão contados e testados.
O ideal é trabalhar com DOM, e escrever no documento ao invés de alerts, mas como estamos apenas estudando a propriedade length, escolhi alert, mas você pode escolher um nó ou id do documento e escrever nele, Ex: screver = document.getElementById(”idOndeVoceQuerEscrever”).innerHTML = variável + “texto e tags”;
Mas isso é para próximos posts.
Progressive Enhancement
Por Felipe de Albuquerque na categoria SEO em 25 de setembro de 2009

A melhoria progressiva é uma estratégia de web design que enfatiza a acessibilidade, a marcação semântica e estilo externo e tecnologias de script.
Ela usa tecnologias da web em camadas que permite a todos o acesso a conteúdos e funcionalidades básicas de uma página web usando qualquer navegador ou ligação à Internet, fornecendo também aqueles com software de navegação mais largura de banda ou mais avançado de uma versão melhorada da página.
A estratégia é uma tentativa de subverter a estratégia de web design tradicional conhecida como degradação graciosa, onde designers iriam criar páginas Web para os navegadores mais recentes que também funcionam bem em versões antigas do navegador.
Degradação graciosa deveria permitir que a página de degradar ou manter-se apresentável, mesmo que certas tecnologias assumida pelo projeto não estava presente, sem ser brusco para o usuário do software, como mais velhos.
Na prática, a degradação graciosa foi suplantada por uma atitude que o usuário final deve apenas atualizar. Esta atitude é devido a limitações de tempo e orçamento, o acesso limitado a testes de software e browsers alternativos, bem como a crença generalizada de que os navegadores são gratuitos.
No Progressive Enhancement (PE), a estratégia é deliberadamente invertida: um documento de marcação de base é criada, voltada para o menor denominador comum de funcionalidades de software de navegação e, em seguida, o designer adiciona funcionalidades ou melhorias para a apresentação e comportamento da página, utilizando tecnologias modernas, como Cascading Style Sheets ou JavaScript (ou outras tecnologias avançadas, como Flash ou Java applets ou SVG, etc ) Todas essas melhorias são ligados externamente, de modo a evitar forçar navegadores de menor capacidade para comer dados que eles não entendem e não pode lidar com, ou que teria pântano sua ligação à Internet.
A abordagem do PE é derivada da experiência precoce Pulido (C 1993-4) com SGML, antes de trabalhar com HTML ou qualquer linguagem de apresentação na Web, bem como das experiências mais trabalhar com CSS para resolver bugs do navegador.
Nesses contextos cedo SGML, marcação semântica foi de fundamental importância, visto que a apresentação foi quase sempre considerada separadamente em vez de ser incorporado na marcação própria. Este conceito pode ser referido nos meios de marcação como a regra da separação de apresentação e conteúdo, a separação entre conteúdo e estilo, ou de separação da semântica e da apresentação.
À medida que a Web evoluiu em meados dos anos noventa, mas antes da CSS foi introduzida e amplamente apoiada, esta regra básica do SGML foi repetidamente violada por extensores HTML.
Profissionais como Eric Costello, Owen Briggs, Dave Shea, entre outros, mostraram como usar o CSS para fins de layout.
Libertando os designers a usar tecnologias poderosas como o CSS para gerir todas as tarefas de apresentação, JavaScript para melhorar comportamento e XHTML para estrutura.
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O que é ASP .NET
Por Felipe de Albuquerque na categoria Asp e .NET em 23 de setembro de 2009

Será que vale a pena migrar do ASP para o ASP.NET? Sem dúvida nenhuma, essa é uma das respostas mais fáceis e certas de se responder: SIM, o mais rápido possível. Neste artigo vou abordar algumas razões para ajudar o leitor a decidir e visualizar as vantagens da migração.
1. Ferramentas de desenvolvimento – normalmente um desenvolvedor ASP utiliza algumas ferramentas como Visual InterDev, Dreanweaver, Ultradev, Homesite, Adobe Go Live, e porque não o bom e velho Notepad (que nunca travou!), Editpad, enfim, aquela que você melhor conhece. No entanto, você precisa saber no mínimo, HTML e VBScript. Em alguns casos é utilizado o JavaScript, Perl, DHTML, entre outras existentes. Agora, no ASP.NET você pode utilizar o Visual Studio .Net, que se encontra em três versões (Professional, Developer ou Architect) ou para quem não quiser pagar, use o Web Matrix. Perceba que em uma única ferramenta você tem disponível todos os recursos para desenvolver todos os tópicos que abordo neste artigo.
2. Script x Compilada – como o VBScript, o HTML e o JavaScript são chamados Scripts, quando uma página é solicitada no servidor, a biblioteca do ASP lê cada uma das linhas passo a passo, interpreta os códigos, monta um HTML virtual e envia para o browser que o solicitou. Já no ASP.NET, as páginas são compiladas em uma DLL, e com isso, por mais básica que uma página seja, será cerca de 25% mais rápida que no ASP. Imagine se a sua aplicação for grande, onde o processamento simultâneo de Scripts requer performance? Adeus ASP. Quanto a linguagem, você pode optar por qualquer linguagem que tenha sido criada para suportar o .Framework. No Visual Studio .NET você tem o Visual Basic .NET, o C# e o C++ como opções na instalação.
3. Variáveis – no VBScript a declaração de uma variável não é obrigatória; no ASP.NET todas as variáveis devem ser declaradas. No VBScript se você declarar uma variável (Dim teste) não existe o tipo da mesma, ou seja, ela é uma Variant, aceita qualquer coisa; No ASP.NET todas as variáveis devem ter o respectivo tipo declarado (Dim nome As String). Isso é fundamental no tratamento do código, permitindo saber exatamente o conteúdo da variável, e quando preciso, basta utilizar as funções de conversão de dados.
4. Modelos de desenvolvimento (separar design do código) – essa é uma das grandes facilidades de quem entra neste novo ambiente. Em ASP você é obrigado a inserir o VBScript dentro do código HTML existente, retalhando toda a página e dificultando a manutenção. Quem nunca precisou alterar o layout de uma página ASP? Em ASP.NET essa tortura terminou, existem dois arquivos separados, um de layout e outro com o código, sendo que existe uma linha que vincula os arquivos. Isso chama-se Code Behind. Portanto, o design pode ser feito sem nenhum problema, inclusive as alterações. Em paralelo o programador pode desenvolver o código. É importante ressaltar que também é possível desenvolver inserindo o código dentro da página de design.
5. Novos controles – o ASP.NET disponibiliza novos tipos de controles que facilita a criação das páginas, principalmente quando é preciso publicar o conteúdo de um banco de dados. Veja alguns controles: DataList, DataGrid, Repeater. Em ASP você normalmente monta as tabelas mesclando HTML com VBScript, monta um looping para ler todo o Recordset. Se você utilizar o DataGrid, por exemplo, isso é possível fazer com apenas duas linhas de programação, basta definir a propriedade DataSource e usar o método DataBind. É incrível como as páginas ASP.NET ficam extremamente limpas, pois a quantidade de códigos escritos é muito menor. Trabalhar com validade de dados nunca foi uma tarefa fácil na Web, e com o ASP.NET você pode utilizar os controles Validator e configurar para atender a sua necessidade. Outro controle que deve solucionar muitas dores de cabeça para quem lida com datas na Web é o controle Calendar, que você pode configurar para receber uma ou um conjunto de datas.
6. Debug - só para começar, você conhece estes dois comandos: Response.Write variável e Response.End. Acredite ou não, essa é a melhor forma de debugar erros no ASP. No Visual Studio .NET estamos em outro mundo onde você pode definir diversos pontos de interrupção no código, executar a página no browser e quando algum ponto for encontrado, o Visual Studio .NET exibe o código provocando uma pausa temporária. A partir deste ponto você pode checar o conteúdo das variáveis e acompanhar o processamento passo a passo, seja em componentes ou não. É impossível você não identificar o erro. Cabe ressaltar que muitas vezes é interessante acompanhar a execução do código simplesmente para verificar se o processamento está correto, mesmo não havendo erros.
7. Tratamento de erros – a única forma de tratar um erro em ASP é através da instrução On Error Resume Next. Essa é uma maneira que você não tem como identificar o tipo de erro. No ASP.NET o tratamento de erro foi totalmente reestruturado com o Try Catch Finally, sendo possível identificar qualquer erro que ocorra na página, inclusive personalizar as mensagens.
8. Componentes – componentização é uma tática excelente de desenvolvimento de páginas, permitindo dividir a aplicação em camadas (1, 2 ou 3). As vantagens são enormes como segurança, portabilidade, manutenção, aproveitamento de código, etc. Normalmente em ASP as páginas consomem componentes criados no Visual Basic ou ActiveX. A questão aqui não são as vantagens do desenvolvimento em camadas, e sim, o uso de componentes. No ASP.NET o uso de componentes feitos para a plataforma .NET é extremamente simples, basta referenciar no projeto e consumir nas páginas. Cabe ressaltar que um componente desenvolvido para a plataforma .NET dispensa o registro, ou melhor dizendo, não existe o registro do componente. Isso se faz através de uma simples cópia (XCopy) da DLL no local de destino. Nas páginas ASP.NET também é possível consumir um componente criado no Visual Basic ou qualquer outro ActiveX. No entanto, isso será executado em um ambiente não gerenciável pelo .Framework, ou seja, qualquer erro que ocorrer no componente, o responsável é o sistema operacional, enquanto que em um ambiente gerenciado pelo .Framework, qualquer erro que ocorra fica isolado do sistema operacional.
9. Componentes externos – alguns componentes famosos de Upload, envio de e-mail, ad-Rotator para publicidade e o Calendar para expor um calendário, no ASP.NET são nativos. Com isso, você não precisa comprar nenhum componente para atender a sua necessidade, por exemplo, você faz um Upload de figura ou arquivo com algumas linhas de código.
10. ADO x ADO.NET – aqui as mudanças são grandes. Em ASP o único conceito existente é o Recordset que você pode manipular na memória. No ASP.NET o Recordset não existe mais, agora existe o DataSet que é montado na memória. No entanto, você pode montar um DataTable, DataView, DataReader, DataAdapter. Perceba que para cada situação ou tipo de controle você usará um método específico. O acesso pode ser feito com provedores OleDB, SqlClient, Oracle ou ODBC. Se você utilizar o SQL Server 7 ou 2000, opte pela classe SqlClient que foi criada especificamente para isso. Toda a estrutura gerada pelo ADO.NET é feita em XML, mas isso é transparente para o desenvolvedor.
Sendo assim, diante de tantas novidades, qual é a melhor forma de absorver o conhecimento? Como atualizar sua equipe? Sempre fui a favor de um treinamento personalizado para sua empresa, principalmente para aproveitar a experiência e o conhecimento dos desenvolvedores. Com isso, a curva de aprendizado é muito pequena. Algumas pessoas gostam de se atualizar através de livros e literaturas dedicadas, mas por mais autodidata que você seja, o tempo será bem maior que um treinamento. Por outro lado, palestras técnicas e CDs de treinamentos são sempre bem vindos.
O mais importante é que você está mergulhando em um mundo novo que não tem mais volta, passei por estes estágios de atualizações e jamais penso em retornar.
Bem vindos ao mundo ASP.NET, e que este artigo possa dimensionar a quantidade de mudanças a serem estudadas. Com certeza você não se arrependerá. “No stress, think .NET”.
Fonte: Renato Haddad
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Acessibilidade, Você já pensou nisso?
Por Felipe de Albuquerque na categoria Acessibilidade em 23 de setembro de 2009
Você já pensou nisso?
Este termo se refere a tornar as coisas mais acessíveis, dar acesso de algo para alguém, isso vai desde criar uma calçada com rampa para cadeirantes a construir web sites para usuários invisuais.
web sites para cegos? realmente pode parecer loucura mas o caso é que esse publico existe e é muito bem vindo, e são pessoas que passam muito tempo navegando na web, e na maior parte do tempo fazendo compras on-line, mas muita gente não sabe que isso é possível ou simplesmente ignora.
Navegação com leitores de browser é uma realidade e já faz um bom tempo, existem no mercado vários tipos de leitores de tela, como o audio browser, que é o que eu uso, apesar de eu não ser invisual, utilizo este software para testar as aplicações web que eu desenvolvo, é absurdo o que nos vemos na web, grandes e serias empresas tem o seu web site com o acesso prejudicado, muitas vezes ate inviabilizado para este publico, a realidade é bem feia ainda, mas o processo de conscientização e conhecimento nos padrões web estão melhorando o quadro nacional.
Pense nisso e desenvolva projetos inclusivos!
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Cantos Arredondados
Por Felipe de Albuquerque na categoria CSS em 8 de setembro de 2009
Sempre foi muito trabalhoso fazer cantos arredondados e as soluções são diversas.
Entre minhas buscas encontrei soluções com javaScript, que não me agradaram muito, mas agora com o CSS3 finalmente encontrei algo que em breve será solução definitiva para este problema.
Não tem mistério é até muito simples.
Vejamos como isso funciona.
border-radius:10px;
-moz-border-radius: 10px;
-webkit-border-radius: 10px;
Leia mais detalhes deste assunto no site CSS3 Info.